BLOG CARLOS RIBEIRO

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

NO ANIMA MUNDI, PRODUTOR QUER ENSINAR O PAÍS A CHEGAR AO OSCAR
 
 
CINEMA. Integrante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, Ron Diamond ministrará palestra no evento
 
 
 
Rio de Janeiro, RJ – Integrante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood no comitê que elege curtas-metragens de animação premiáveis com o Oscar, o produtor norte-americano Ron Diamond defende que falta Brasil na disputa pelo prêmio mais cobiçado do cinema. Por isso, sua tarefa no Anima Mundi – o maior festival do segmento na América Latina, cuja 20ª edição começa nesta sexta-feira (13) – será dar aos cineastas brasileiros dicas sobre a competição pela estatueta dourada. No dia 18, às 17h30, ele ministra palestra na sede carioca do Centro Cultural Banco do Brasil sobre como a Academia se comporta diante de filmes animados, não importando seu formato ou técnica de produção.

“Só existe uma dica infalível para animadores que sonham ganhar o Oscar: fazer filmes bons. Ter um estúdio grande por trás não faz a menor diferença. O que conta na categoria é a habilidade de um filme se comunicar apresentando inventividade”, explica Diamond.

Executivo da Acme Filmworks, produtora ligada à publicidade, Diamond preparou para o Anima uma seleção de filmes que concorreram ao Oscar ao longo das últimas três décadas. A mostra fica concentrada no CCBB, a partir do dia 19, em horários diversos. Ele exibirá ainda concorrentes não premiados.

Entre as produções oscarizadas, há curtas de diversos países, como o holandês Father and Daughter (2001), de Michael Dudok de Wit; o norueguês The Danish Poet (2006), de Torill Kove; e o japonês La Maison en Petites Cubes (2008), de Kunio Katô. Dos EUA, vêm clássicos como Frank Film (1973), de Caroline e Frank Mouris, e ainda invenções contemporâneas, a exemplo de For the Birds (2002), de Ralph Eggleston.
 
Fonte: Rodrigo Fonseca - Agência O Globo

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