BLOG CARLOS RIBEIRO

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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Secretaria de Turismo de Cabo Frio participa de sessão especial do Festival do Rio

 
A Secretaria de Turismo de Cabo Frio, a convite da CCR Via Lagos, esteve presente na sessão de cinema exclusiva do Festival do Rio - maior evento de cinema da América Latina, realizado no Armazém 6 do Cais do Porto, na capital fluminense, na noite da última terça-feira, 9 de outubro.

A CCR é uma das empresas apoiadoras do Festival do Rio e, também, do longa-metragem “Uma História de Amor e Fúria”, de Luiz Bolognesi, um filme de animação que retrata o amor entre um herói brasileiro imortal e Janaína, a mulher por quem é apaixonado há 600 anos. Como pano de fundo do romance, Bolognesi ressalta quatro fases da história do Brasil: a colonização, a escravidão, o regime militar e o futuro, em 2096, quando haverá guerra pela água.
 
 

O filme apresentado aos representantes dos municípios de abrangência da CCR Via Lagos é destinado ao público jovem e adulto com traço e linguagem de HQ e traz Selton Mello e Camila Pitanga interpretando os protagonistas. “Uma História de Amor e Fúria” é um filme sobre temas importantes da História do Brasil, de uma polêmica do futuro mundial e um amor que ultrapassa o tempo.

- É um longa que afirma a força do amor e tem esperança de que podemos ter um mundo melhor. Mas temos que lutar por isso. É um épico que atravessa a História do Brasil com um olhar atento, do brasileiro que não engole mais história de carochinha. Como meu forte é a história, sou roteirista dos filmes "Bicho de sete cabeças" e "As melhores coisas do mundo", essa parte de costurar uma trama complexa foi o que mais me encantou – declarou o diretor Luiz Bolognesi.
 
 

Sobre “Uma História de Amor e Fúria” - Com orçamento de R$ 4,5 milhões, o longa de Bolognesi traz pelo menos duas grandes novidades para o público brasileiro, além do fato de ser a primeira animação a concorrer ao Redentor. Primeiro, retrata a história do Brasil como em uma saga, do ponto de vista dos explorados ou do "lado fraco" da história. Aí entram os índios, os negros e os perseguidos pela ditadura militar, por exemplo.

O outro traço inusitado para o mercado brasileiro é o caráter de animação para público adulto. Ingredientes para isso não faltam. A história tem sensualidade, violência e uma espécie de revisão crítica da história bastante contundente. O centro da trama está na saga vivida por um herói imortal e Janaína, em um período compreendido entre 600 anos.
 
 
 
São quatro fases colocadas em destaque: a descoberta do Brasil pelos portugueses, a escravidão, a ditadura militar e o longínquo ano de 2096, no qual a guerra é travada em função da escassez de água.
 
Fonte: Eliane Ribeiro/PMCF

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