BLOG CARLOS RIBEIRO

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segunda-feira, 30 de março de 2015

 Feira Livre vai reunir arte, gastronomia
 e sustentabilidade em Arraial do Cabo...


Músicos, artistas e artesão vão expor trabalhos no Espaço Cultural Mestizo.



Um espaço multidiversificado, onde as pessoas podem interagir, ouvir boa música, deliciar petiscos saborosos e ao mesmo tempo realizar compras sustentáveis, desapegar de algo que já não tem tanta serventia seja vendendo, trocando ou/e doando. Assim acontecerá, durante o sábado (4), a “Feira Livre” no Espaço Cultural Mestizo em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio – “melhor lugar do universo para contemplar o pôr do sol”, segundo a organização do evento.

“A proposta da Feira Livre é fomentar na Região eventos que promovam o consumo colaborativo, partindo da premissa de que temos muito mais do que realmente necessitamos e que é muito mais interessante doar, vender ou mesmo trocar por algo que possa ser útil, do que passar a vida acumulando coisas, ocupando gavetas e armários. No nosso Bazar Coletivo, tudo ganha utilidade” explica Nathalia Alves, que idealizou o evento depois da experiência com um bazar virtual que fez na internet para arrecadar fundos para uma viagem de estudos.

Durante o evento serão arrecadados alimentos não perecíveis, roupas, sapatos, brinquedos e livros (em bom estado de conservação). Além de um coletor para descarte do lixo eletrônico como: pilhas, baterias, carregadores, peças de computadores, entre outros.

O evento vai acontecer no Espaço Cultural Mestizo, na Praia Grande. A entrada vai custar R$ 1 ou um quilo de alimento não perecível. A Feira contará com a participação de músicos, artistas e artesãos da região e quem tiver interessado em expor no bazar ou se apresentar no evento deve entrar em contato através da página do evento no facebook.

Divulgando Arte e Cultura...

1 APALA EMBLEMA



ACADEMIA PAN-AMERICANA DE LETRAS E ARTES


CONVITE


         Queridos Confrades e Confreiras e  ilustres convidados ( que são todos que pratiquem, ensinem, aprendam e se embeveçam com os textos literários )


No dia 10 de abril de 2015 /  sexta – feira / às 16 horas no Auditório da Federação das Academias de Letras e Artes do Rio de Janeiro - Rua Teixeira de Freitas, Nº 5, 3º andar,sala 303, Passeio Público - Lapa – Rio de Janeiro
Tel.: 02122527705


Todos estão conviados para o Primeiro Sodalício de 2015 da APALA, ONDE OCORRERÃO e
os seguintes EVENTOS:


1.    Palestra da Vice-Presidente e Escritora LARISSA LORETTI e da Escritora LYDIA SIMONATO  sobre o tema DOLORES DURAN ENTRE LÁGRIMAS E FLORES ( trata-se de um show lítero-musical imperdível onde serão apresentados e analisados os textos musicais da cantora, numa belíssima interpretação destas duas geniais artistas de letras e artes ).


2.    Lançamento do livro de contos e crônicas  “ CANÇÃO DE NINAR ESTÁTUAS do Escritor LUIZ POETA (  Luiz Gilberto de Barros ) – Presidente da APALA, honrosamente apresentado e prefaciado pela crítica LiteráriREJANE MACHADO e pelo eminente e premiadíssimo escritor LUIZ GONDIM.
3.    Edital do Concurso e Nacional de Literatura da APALA – 2015
4.    COQUETEL DE CONFRATERNIZAÇÃO


Fraternalmente.


Luiz Gilberto de Barros – Luiz Poeta
Presidente da APALA

sábado, 28 de março de 2015

CONVITE PARA O 41° SARAU DOS PENSADORES...


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A Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande-SP em parceria com a Nobel Livraria Boqueirão convida para o 41° SARAU DOS PENSADORES a realizar-se dia 28/03 a partir das 16hs.,  na livraria Nobel, Av. Presidente Costa e Silva, 532 - Boqueirão, Praia Grande, S. Paulo.

Neste  evento além das tradicionais apresentações dos artistas teremos a divulgação e premiação dos vencedores do 1° Concurso Literário Internacional realizado pela Casa no ano de 2014.


  

sexta-feira, 27 de março de 2015

Dia 27 de Março - Dia do Grafite...




Grupo Tá Na Rua Graffit de Cabo Frio...
O Grupo Tá Na Rua Graffit participou neste sábado do evento do Crás do Jardim Esperança, onde teve apresentações de diversas atividades artisticas tais como Graffiti, dança, música, artesanatos, e ainda outros serviços à população....

O Blog Carlos Ribeiro parabeniza todos os artistas desta Artes maravilhosas!








Obra de pioneiro do grafite no Brasil é reunida em livro...


"Enfeitar a cidade, transformar o urbano com uma arte viva, popular, da qual as pessoas participem, é a minha intenção", dizia Alex Vallauri (1949-1987). Com sua Rainha do Frango Assado, desenho de uma pin-up bem brasileira, carregando um frango assado em uma bandeja, o etíope de origem italiana se tornou referência da arte urbana no Brasil.

Em tempos em que o grafite se consolida no circuito artístico, o trabalho de Vallauri -- que veio para Santos (SP) em 1965, após passar a infância e parte da adolescência na Argentina -- é reunido, 24 anos após sua morte, em livro organizado pelo crítico e curador João J. Spinelli, amigo do artista desde os tempos da faculdade de comunicação visual em São Paulo.

A publicação mostra figuras que Vallauri tornou conhecidas em grafites por São Paulo e outras cidades pelas quais passou. Por meio da arte estêncil -- técnica que usa um molde vazado, preenchido com tinta spray sobre uma superfície, revelando rapidamente o desenho --, no fim da década de 1970 Vallauri pôde fazer o que mais queria: espalhar pela cidade sua arte, reproduzida em grande escala.



Nessa época, ele já era um artista reconhecido no Brasil, tendo participado da Bienal Internacional de Arte de São Paulo e dado aulas na Faap, onde estudou. Mas queria maior contato com o público. "Quando ele começou, haviam pichações poéticas e políticas, mas ele achou que faltavam imagens", conta Spinelli.


http://img.uol.com.br/materia-modulos/abre_aspas.gifQuando ele começou, haviam pichações poéticas e políticas, mas ele achou que faltavam imagenshttp://img.uol.com.br/materia-modulos/fecha_aspas.gif

João J. Spinell


Em São Paulo, Vallauri saía sozinho durante a madrugada, de bicicleta (ele só se locomovia dessa forma onde morava), para pintar muros de bairros como a Vila Madalena, Bela Vista, Lapa, Barra Funda, Liberdade e Higienópolis. Não gostava do hermetismo das galerias, diz Spinelli. Chegou a ser preso algumas vezes grafitando, e também não agradava aos tradicionalistas das artes. Já nas ruas, as opiniões se dividiam -- havia quem pedisse que ele desenhasse no muro de casa, outros apagavam as pinturas.



Nessa época, para não ter de se preocupar em vender sua arte, dividia seu trabalho entre o artístico e o comercial. Fazia trabalhos para grifes como Levi's e Fiorucci, desenhava joias. "Ele não queria vender", conta o autor do livro.



Durante o período em que morou em Nova York, início da década de 1980, fez cenários para eventos da prefeitura, participou de campanhas políticas, levou seu estêncil para as ruas -- e depois para cartão postal da cidade, quando um fotógrafo registrou seu trabalho para o souvenir, junto a obras de Keith Haring e Jean-Michel Basquiat. Viu arte em papel de presente natalino, usando o material em trabalho que foi elogiado até por Andy Warhol.


"Ele fazia uma arte alegre", resume o autor do livro, que considera o trabalho de Vallauri um "pop tropical, latino-americano", crítico e também político. Além do livro, a obra do pioneiro do grafite no Brasil poderá ser vista no segundo semestre em uma grande exposicão em São Paulo, ainda sem data e local definidos.


Ajudando a Divulgar: Várias Exposições, Salões e Eventos....


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EXPOART NOVA YORK - PIER 94
23 à 26 ABRIL 2015
(últimos dias para inscrições)
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Divulgando Arte e Cultura...Exposição do Artista Plástico Diangelo em Cabo Frio!

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“Exposição Sedução das cores!!!  Pinceladas, movimentos e fases 


 - No dia 03 de abril, Sexta feira no CAV - Centro de artes visuais. Rua Alita do Valle - Praça da Cidadania ( Praia do Forte - Cabo Frio -RJ) Em frente ao teatro municipal.

quarta-feira, 25 de março de 2015

PETIÇÃO CONTRA O FECHAMENTO DA OFICINA CULTURAL HILDA HILST CAMPINAS...




O fechamento do Oficina Hilda Hilst significa uma perda inimaginável para a cultura brasileira. Não só um símbolo de uma das maiores poetisas brasileiras, mas também um centro de formação profissional para estudantes de diversas áreas da arte,onde nos traz a oportunidade de conhecer novos caminhos além de compartilharmos experiencias culturais com profissionais de extrema importância para área artística. o Instituto é de SUMA importância para a região de Campinas, Nos ajude a lutar contra essa injustiça que ameaça o peito da cultura do interior de São Paulo


Homem caminha em frente à sede da Oficina Cultural Hilda Hilst: fim

PRESENTE DE GREGO


Oficina Cultural Hilda Hilst fechará as portas em abril


Por infeliz coincidência, a Oficina completa dez anos de existência em 12 de abril, mas efetivamente está em atividade desde 2000


A Oficina Cultural Hilda Hilst (OCHH), unidade da Secretaria de Estado da Cultura gerenciada pela organização social (OS) Poiesis - Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura, vai fechar as portas. A entidade, que funciona na Rua Ferreira Penteado, no Centro, será desativada no final de abril e três dos quatro funcionários serão dispensados. Apenas o coordenador, Fábio Luchiari, será mantido e atuará como assessor da Oficina Cultural Carlos Gomes, de Limeira, que se encarregará de gerenciar as atividades da região de Campinas. Oficialmente, a OCHH completa dez anos em 12 de abril, mas efetivamente está em atividade desde 2000, oferecendo oficinas, cursos, palestras e workshops nas áreas de artes cênicas, visuais, comunicação, moda, design, cultura digital, gestão cultural, literatura, marketing, patrimônio cultural e música. De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura, o serviço está sendo “reestruturado” e todas as atividades serão mantidas.
 
No total, seis unidades de Oficinas Culturais serão fechadas no Estado pela Poiesis — Campinas, Araçatuba, Araquara, São João da Boa Vista, Bauru e São Paulo — e absorvidas por outras instituições. “A difusão de atividades para outros municípios das regiões antes atendidas pelas sedes citadas será mantida, no mesmo modelo de parceria com as prefeituras”, afirma a nota oficial da Secretaria. “A OCHH será desativada, mas as programações culturais de Campinas e região serão mantidas por meio de parcerias, gerenciadas pela unidade de Limeira, que contará com a assessoria do atual coodernador da unidade de Campinas”, informou a Poiesis.
 
“A reestruturação foi definida pela Poiesis, organização social responsável pela gestão do programa Oficinas Culturais, em função da readequação do orçamento estadual, seguindo diretriz de qualificação dos gastos e otimização dos recursos”, informam a Secretaria e a OS. Segundo a nota da Secretaria, “a medida implicará em economia dos valores de aluguel, manutenção e serviços dos prédios desativados, que serão revertidos para a programação cultural”. A Poiesis afirma que todos os projetos artísticos selecionados “seguirão como parte da programação, que tem horizonte trimestral”. Para o 2º trimestre do ano, a OCHH prevê a realização de 17 oficinas, sendo 13 em Campinas e quatro em cidades abrangidas pela unidade.
 
Apesar da afirmativa de que as atividades não serão prejudicadas, instrutores e participantes das oficinas veem a medida com apreensão. “É uma pena, as oficinas em Campinas sempre têm grande demanda. Estranho Campinas ser absorvida por Limeira, o contrário seria mais razoável. Lamento muito saber disso”, afirma o produtor cultural Reginaldo Menegazzo, que já ministrou várias oficinas de gestão cultural na OCHH, sempre com vagas esgotadas.

“Absurdo, a cidade já tem tão poucos espaços e serviços nesse sentido. É uma perda para quem fornece e para quem quer receber a formação. As oficinas permitem que a população seja protagonista do processo, não faz sentido fechar a unidade e restringir o acesso da população”, diz Estela Tozetti, participante de oficina.
 
Para o produtor cultural Cabeto Rocker, que iniciou a atividade em Campinas juntamente com o também produtor Marcos Kaloy, a medida é “uma vergonha”. Para ele, como cidade sede da Região Metropolitana (RMC), Campinas tinha de manter a unidade e até ampliar a área de atuação. “O movimento cultural vem perdendo força em Campinas. Sem cultura, Campinas corre o risco de virar uma cidade dormitório. Esta é uma grande perda, uma tristeza.” Em 2014, a Oficina Cultural Hilda Hilst atendeu 1.412 pessoas.

Contrato

O contrato firmado entre a Secretaria de Estado da Cultura e a Poiesis para gerenciamento do programa Oficina Cultural estabelece um repasse de R$ 134 milhões para desenvolvimento das oficinas até 2018. Pelo contrato, para o exercício de 2015, a estimativa de repasse à organização social é de R$ 24 milhões. Já a Poiesis informa que o plano de trabalho ajustado com a Secretaria para 2015 prevê o repasse de R$ 19 milhões, a serem gastos na programação cultural, pessoal e custeio.

Cabo Frio: Novo Talento "Theuan Guerra - Quero o Teu Amor (Clipe Oficial)..."






Alô rapaziada, Um novo talento surgindo na Região dos Lagos, um novo trabalho de sua autoria acaba de sair, o clip da sua nova música foi lançado hoje aqui no Blog, assistam aí, espero que curtam, Obrigado a todos!!! 


Assistam o Vídeo:




Contatos:Theuan Guerra - Quero o Teu Amor (Clipe Oficial)
E-mail: theuansgf@hotmail.com
Tel: (22) 99973-4592