BLOG CARLOS RIBEIRO

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sábado, 25 de julho de 2015

25 de julho – Dia Nacional do Escritor




E se nós, escritores, colocássemos na balança a quantidade de livros nacionais e estrangeiros que lemos nos últimos meses, qual sobressairia?


Ser Escritor no Brasil
Dia 25 de julho comemoraremos o Dia Nacional do Escritor. Data que marca a realização do I Festival do Escritor Brasileiro, promovido por João Peregrino Júnior e Jorge Amado, na década de 1960. Lendo sobre o assunto na internet, me deparei com uma reportagem (dezembro/2013) que dizia que o jornal norte-americano The New York Times publicou um artigo afirmando que “ser escritor no Brasil é a mais patética das profissões”.
O primeiro erro daqueles que sonham com a publicação de um livro e dos que já publicaram é encarar a escrita como uma profissão. Afirmar isso é o mesmo que dizer para aqueles que escrevem em qualquer veículo de comunicação sem gratificação, ou para seu próprio deleite, que não são escritores. Entende-se por profissão a atividade social remunerada. Logo, o sonho de se tornar escritor estará diretamente ligado à venda e possível fama. Não adianta julgar jovens e adultos por escrevem histórias pensando em renda, pois o próprio título com o passar dos anos desencadeou essa ideia.
O que pode ser levado em consideração é que muitos autores estrangeiros alcançam a fama e conseguem sobreviver com a venda de seus livros, fato que deve ter influenciado a visão de quem escreveu para o jornal norte-americano. Talvez a culpa seja até dos próprios brasileiros – e quando digo isso envolvo mídias, determinadas editoras e os próprios leitores.
Observamos que o número de leitores brasileiros aumentou nos últimos anos, o que deveria trazer uma maior visibilidade aos escritores do país. Mas, infelizmente, desde que o Brasil foi colonizado, percebemos a grande influência do estrangeiro em nossa vida.
Durante o dia 06 de julho realizei uma pesquisa em uma comunidade literária no Facebook, perguntando quantos livros nacionais e estrangeiros haviam sido lidos nos últimos seis meses. O resultado assusta, mas não surpreende:
graf-leitor-thais
Ser escritor no Brasil não é fácil, mas será que é tão difícil?
Depende da intenção.
Certa vez, li que as pessoas que se formam em Jornalismo hoje em dia são loucas (principalmente depois da queda do diploma), pois o mercado de trabalho anda escasso. Penso o contrário: após a difusão da internet as possibilidades estão maiores, basta saber usá-las. O mesmo acontece com o escritor.
Claro que ter a publicação física do seu livro é mais prazeroso e temos boas editoras que fazem o trabalho sem custo para o autor. Algumas após avaliações, outras com impressão sob demanda. Para os adeptos à leitura digital as oportunidades são as mesmas. Uma dica interessante para aqueles que buscam a visibilidade, é a participação em concursos e desafios literários. Algo que exige paciência, mas que pode ser encarado de uma forma bastante positiva, levando em consideração aperfeiçoamento e amadurecimento.
Mas apenas isso não basta! É preciso quebrar o conceito de que os bons livros são os que recebem destaque pela mídia e que estão presentes nas livrarias. E se nós, escritores, colocássemos na balança a quantidade de livros nacionais e estrangeiros que lemos nos últimos meses, qual sobressairia? Não é preciso deixar os grandes nomes e autores estrangeiros de lado, mas é importante desvendar novas possibilidades.

Feliz 25 de julho para os escritores do nosso país, principalmente para aqueles que se orgulham disso.





“Antologia Essências”


Um Projeto, um sonho realizado.
Agradeço primeiramente  á Deus, pois a cada dificuldade, as suas mãos estavam estendidas me oferecendo fortalecimento e ânimo para seguir com o projeto.
Agradeço e parabenizo a todos os poetas, a Academia de Letras e Artes da Região dos lagos, ALeART e apoiadores, que de alguma forma contribuíram para a realização, êxito e sucesso da antologia.
Lembrando de que não foi só uma pessoa que chegou a esse resultado, foi o esforço de uma equipe, que acreditou ser possível desenvolver um projeto literário, foram todos.
O sucesso e as premiações recebidas pela antologia representam muito para nós poetas e escritores, pois somos instrumentos em pró da cultura, capazes de mudar o mundo com a leitura e educação.
As dificuldades foram muitas, os aborrecimentos com os que não acreditaram no projeto, foram tantos obstáculos, mas como uma maratona, um a um, eles foram superados e chegamos lá. VENCEMOS!!! Só podemos dizer: Valeu o esforço, valeu a trabalheira, valeu acreditar que era possível fazer, fizemos.
Agora estamos aqui com as Três Antologias Essências, com experiência, orgulho, credibilidade e transparência e acima de tudo respeito a Cultura de nosso País na essências da alma poética.

Carlos Ribeiro ( Autor do projeto)































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