BLOG CARLOS RIBEIRO

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terça-feira, 26 de julho de 2016

Homenagem aos 20 anos de ingresso na Academia Brasileira de Belas Artes do Jornalista Thiago de Menezes.



Fotos da homenagem aos 20 anos de ingresso na Academia Brasileira de Belas Artes do Jornalista Thiago de Menezes.
Em 14 de julho de 2016 o jornalista, escritor e artista plástico Thiago de Menezes foi homenageado pelos 20 anos de seu ingresso como acadêmico. Veja em fotos como foi esta bela e agradável homenagem!



HOMENAGEADOS:































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Dia 26 de Julho - Parabéns, para as vovós e os vovôs!



Querida vovó e querido vovô


A você Vovó e vovô que nos cerca de muito carinho, de muito amor. Que nos faz todas as vontades. Que nos dá tudo sem nada pedir. Que nos ama mais que a si própria. A você, minha querida vovó, que Deus a abençoe cada dia mais. Que nos dê a bênção de sempre tê-la conosco, nos dando muito amor, nos passando experiências, nos ouvindo com carinho, nos dengando, nos orientando, nos aconselhando, nos suportando sempre com muita paciência. Você é para nós, seus netos, um grande exemplo de experiência, de trabalho, de honestidade, de paciência, de fé, de firmeza, e principalmente de muito amor.


 Amamos você, vovó...



Exemplo de fé sincera e convicta da avó Lóide“Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti” (2 Timóteo 1:5).


Exemplo de afeição e carinho do avô Israel “E Israel viu os filhos de José, e disse: Quem são estes? E José disse a seu pai: Eles são meus filhos, que Deus me tem dado aqui. E ele disse: Peço-te, traze-mos aqui, para que os abençoe. Os olhos de Israel, porém, estavam carregados de velhice, já não podia ver; e fê-los chegar a ele, e beijou-os, e abraçou-os” (Gênesis 48:8-10).

A ORIGEM E O SIGNIFICADO DO DIA DOS AVÓS

O dia dos avós é uma data comemorativa dedicada a celebrar os avós.

No Brasil e em Portugal comemora-se em 26 de julho.

Os avós são pessoas ligadas a nós através de laços consanguíneos, pois são os pais dos nossos pais.

Assim, cada pessoa tem quatro avós, sendo uma avó e um avô paterno e uma avó e um avô materno.

Os avós merecem consideração e respeito, pois já viveram muito, possuem grande experiência de vida e podem transmitir muitos ensinamentos a todos de sua família. Por isso, ganharam uma data especial, para que fossem homenageados, o dia 26 de julho, que é mais conhecido como o dia da vovó.

O surgimento e criação dessa data  foi em homenagem aos avós de Jesus Cristo, Joaquim e Ana, cujas pequenas informações (manuscritos em fragmentos) aparecem no Livro Apócrifo de Tiago, conhecido também por Evangelho Secreto de Tiago, escrito provavelmente no ano 150.

A data da festa de São Joaquim sofreu várias alterações ao longo dos tempos. Inicialmente era celebrada no dia 20 de março, associada à de São José, tendo sido posteriormente transferida para o dia 16 de agosto.

Em 1584, por decreto do papa Gregório VIII, o casal foi considerado santo pela vida casta e por serem avós de Cristo.

Em 1879, o papa Leão XIII, cujo nome de batismo era Gioacchino (versão italiana de Joaquim), estendeu sua festa a toda Igreja. Finalmente, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria - "mãe de Jesus".

Registros históricos mencionam que em 1889, na cidade de Jerusalém, foram encontrados os túmulos onde Joaquim e Ana foram enterrados.

NOSSO CUIDADO!


Sem sombra de duvida, os avós são considerados pelos netos como o segundo pai e segunda mãe. Nos como netos somos mimados e queridíssimos pelos nossos avós. Eles também fazem parte de nossa educação, de nosso crescimento e por isso merecem todo nosso respeito. Nossos avós e bisavós tem muita experiencia para nos contar / passar.


Presenteie seu avô e sua avó, eles são um presente de Deus para cada um de nós!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

25 de julho – Dia Nacional do Escritor




E se nós, escritores, colocássemos na balança a quantidade de livros nacionais e estrangeiros que lemos nos últimos meses, qual sobressairia?


Ser Escritor no Brasil
Dia 25 de julho comemoraremos o Dia Nacional do Escritor. Data que marca a realização do I Festival do Escritor Brasileiro, promovido por João Peregrino Júnior e Jorge Amado, na década de 1960. Lendo sobre o assunto na internet, me deparei com uma reportagem (dezembro/2013) que dizia que o jornal norte-americano The New York Times publicou um artigo afirmando que “ser escritor no Brasil é a mais patética das profissões”.
O primeiro erro daqueles que sonham com a publicação de um livro e dos que já publicaram é encarar a escrita como uma profissão. Afirmar isso é o mesmo que dizer para aqueles que escrevem em qualquer veículo de comunicação sem gratificação, ou para seu próprio deleite, que não são escritores. Entende-se por profissão a atividade social remunerada. Logo, o sonho de se tornar escritor estará diretamente ligado à venda e possível fama. Não adianta julgar jovens e adultos por escrevem histórias pensando em renda, pois o próprio título com o passar dos anos desencadeou essa ideia.
O que pode ser levado em consideração é que muitos autores estrangeiros alcançam a fama e conseguem sobreviver com a venda de seus livros, fato que deve ter influenciado a visão de quem escreveu para o jornal norte-americano. Talvez a culpa seja até dos próprios brasileiros – e quando digo isso envolvo mídias, determinadas editoras e os próprios leitores.
Observamos que o número de leitores brasileiros aumentou nos últimos anos, o que deveria trazer uma maior visibilidade aos escritores do país. Mas, infelizmente, desde que o Brasil foi colonizado, percebemos a grande influência do estrangeiro em nossa vida.
Durante o dia 06 de julho realizei uma pesquisa em uma comunidade literária no Facebook, perguntando quantos livros nacionais e estrangeiros haviam sido lidos nos últimos seis meses. O resultado assusta, mas não surpreende:
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Ser escritor no Brasil não é fácil, mas será que é tão difícil?
Depende da intenção.
Certa vez, li que as pessoas que se formam em Jornalismo hoje em dia são loucas (principalmente depois da queda do diploma), pois o mercado de trabalho anda escasso. Penso o contrário: após a difusão da internet as possibilidades estão maiores, basta saber usá-las. O mesmo acontece com o escritor.
Claro que ter a publicação física do seu livro é mais prazeroso e temos boas editoras que fazem o trabalho sem custo para o autor. Algumas após avaliações, outras com impressão sob demanda. Para os adeptos à leitura digital as oportunidades são as mesmas. Uma dica interessante para aqueles que buscam a visibilidade, é a participação em concursos e desafios literários. Algo que exige paciência, mas que pode ser encarado de uma forma bastante positiva, levando em consideração aperfeiçoamento e amadurecimento.
Mas apenas isso não basta! É preciso quebrar o conceito de que os bons livros são os que recebem destaque pela mídia e que estão presentes nas livrarias. E se nós, escritores, colocássemos na balança a quantidade de livros nacionais e estrangeiros que lemos nos últimos meses, qual sobressairia? Não é preciso deixar os grandes nomes e autores estrangeiros de lado, mas é importante desvendar novas possibilidades.

Feliz 25 de julho para os escritores do nosso país, principalmente para aqueles que se orgulham disso.





“Antologia Essências”


Um Projeto, um sonho realizado.
Agradeço primeiramente  á Deus, pois a cada dificuldade, as suas mãos estavam estendidas me oferecendo fortalecimento e ânimo para seguir com o projeto.
Agradeço e parabenizo a todos os poetas, a Academia de Letras e Artes da Região dos lagos, ALeART e apoiadores, que de alguma forma contribuíram para a realização, êxito e sucesso da antologia.
Lembrando de que não foi só uma pessoa que chegou a esse resultado, foi o esforço de uma equipe, que acreditou ser possível desenvolver um projeto literário, foram todos.
O sucesso e as premiações recebidas pela antologia representam muito para nós poetas e escritores, pois somos instrumentos em pró da cultura, capazes de mudar o mundo com a leitura e educação.
As dificuldades foram muitas, os aborrecimentos com os que não acreditaram no projeto, foram tantos obstáculos, mas como uma maratona, um a um, eles foram superados e chegamos lá. VENCEMOS!!! Só podemos dizer: Valeu o esforço, valeu a trabalheira, valeu acreditar que era possível fazer, fizemos.
Agora estamos aqui com as Três Antologias Essências, com experiência, orgulho, credibilidade e transparência e acima de tudo respeito a Cultura de nosso País na essências da alma poética.

Carlos Ribeiro ( Autor do projeto)