BLOG CARLOS RIBEIRO

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Brasileiro viaja pelo mundo para escrever livro usando só o celular

Hoje, quarta-feira (16/05), o publicitário Fernando Palácios parte para uma viagem de seis meses um tanto quanto diferente. O roteiro começa pela Alemanha e inclui outros países da Europa. Sua missão: escrever um livro usando somente o celular.

A obra não será um relato da viagem, mas sim um romance sobre um multibilionário que pretende aplicar todo o seu dinheiro para edificar a próxima Maravilha do Mundo, apesar de ainda não saber qual. “É um tema que eu venho trabalhando desde 2007. Eu fui fazer um retiro na Amazônia e um cara muito rico me deu essa ideia. O mundo real inspirou a ficção”, diz Palácios.

A viagem literária do publicitário tem destino certo nos primeiros três meses. Ele passará, além da Alemanha, por Inglaterra, Egito, Turquia, Rússia, Grécia, Croácia, França, Bélgica, Holanda e Itália. No roteiro estão monumentos importantes do mundo, como o Big Ben, a Torre Eiffel e o Templo de Luxor. Segundo ele, servirão de inspiração para a criação do romance.

Os lugares que serão visitados nos últimos três meses da viagem serão decididos por internautas. As votações serão feitas na fanpage criada exclusivamente para a viagem, no Facebook, no http://www.proximamaravilha.com.br/.

Celular que será usado por Palácios

O primeiro capítulo do livro já foi escrito e está disponível para os fãs da aventura na internet. Durante o passeio, Palacios escreverá o restante. Sua intenção é produzir uma página por dia e publicar um capítulo por semana. Nas contas do escritor viajante, concluídos os seis meses de viagem, serão 18 lugares visitados, mais de 200 páginas escritas e 450 mil caracteres teclados via celular, o que equivale a 3.200 mensagens de SMS.

O orçamento para o tour é curto. Segundo o viajante, o projeto será todo bancado por ele, que planejou gastar apenas 100 reais por dia e levar só uma mochila nas costas, evitando gastar com taxas para despachar bagagem. O publicitário pretende recuperar o que investiu com a venda do livro completo depois de sua chegada ao Brasil. “Ainda não tenho editora para o livro. Precisam do material pronto para decidir se vão ou não publicar”.

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