BLOG CARLOS RIBEIRO

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domingo, 13 de maio de 2012

Domingo - 13 de maio de 2012 - Dia das Mães



O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americana, Annie Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Anny com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.

*Arte de Vito Capanella.


Dados históricos

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Reia, a Mãe dos deuses.


O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.


Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Julia Ward Howe, autora de O Hino de Batalha da República.


No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.


Em Portugal, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio, embora durante muitos anos tivesse sido comemorado no dia 8 de Dezembro, dia da Nossa Senhora da Conceição.


Em Israel o Dia da Mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o Dia da Família em Fevereiro.


No Brasil é comemorado no segundo domingo do mês de maio. E é considerada uma data que move muito o comércio brasil


AMOR DE MÃE POR ANTÔNIO FRANCISCO CÂNDIDO


AMOR DE MÃE

Se é que existe preço, tamanho ou comparação,
Quanto custa o amor de mãe?
Mãe que pelo filho padece, sofre e chora,
Figura tão angelical como Nossa Senhora.
Mãe que advinha a angústia, a tristeza e a dor dos filhos,
Por ele dedica sua vida sem medir esforços,
Seja de manhã, de madrugada ou a qualquer hora.
Lá está ela ao lado do filho,
Chorando por ele, sofrendo com ele, rezando por ele!
Pena que muitos filhos ingratos...
Não retribuem-lhe o carinho recebido!
Depois de homens formados,
Vendo sua mãe já velhinha,
Dão-lhe de presente e agradecimento,
Um asilo como morada!
Para não dizer que aquela mulher de pele enrugada...
Abatida pelo cansaço e o peso dos anos,
Para ele tornou-se um pesado fardo.
Quando a pobre velha fecha os olhos,
Fica ele a pensar, num eterno arrependimento...
O que fiz para minha mãe?
Por que não estás comigo?
Foi embora para sempre!
Choro porque não fiz a ela tudo o que devia...
Muitas vezes não ouvi o que ela pedia,
Nem sequer escutei seus conselhos.
Hoje, clamo sua falta, choro sua ausência
Mas embora distante do filho,
Talvez em uma outra dimensão,
Será sempre para ela,
O filho eterno e querido,
Do seu humilde e bondoso coração.


Antônio Francisco Cândido é Membro Correspondente da ACLAC


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